terça-feira, 4 de março de 2014

A 40.ª edição da Volta ao Algarve, que sai para a estrada na quarta-feira para cumprir 690 quilómetros até domingo, regressou este ano ao tradicional formato de cinco etapas, apresentando um percurso mais equilibrado.

Entre 19 e 23 de fevereiro, o pelotão vai percorrer um total de 690 quilómetros, distribuídos por quatro etapas em linha e por um contrarrelógio individual de 13,6 quilómetros, mais curto do que as etapas da especialidade nos anos anteriores e, por isso, mais propício a uma eventual vitória do campeão do Mundo, o português Rui Costa.

A etapa inaugural de quarta-feira vai ligar Faro a Albufeira, ao longo de 160 quilómetros, com a contagem de montanha de terceira categoria, instalada logo no quilómetro 34, a não ser obstáculo para que a decisão aconteça no final da jornada, sendo expectável que os "sprinters" meçam forças junto à Câmara Municipal de Albufeira, na segunda passagem pela meta.

A segunda tirada é a mais longa da competição, com 196 quilómetros, desde Lagoa até Monchique, apresentando algumas dificuldades na sua parte final. O traçado, com características de "clássica", contempla dois prémios de montanha de terceira categoria, o último dos quais a cerca de cinco quilómetros da meta, o que pode entregar o triunfo a homens com características de “puncheurs” (ciclistas que gostam de finais difíceis e explosivos).

Ao contrário do que vem sendo habitual, o contrarrelógio da “Algarvia” tem lugar no terceiro dia e vai ligar Vila do Bispo a Sagres, numa extensão de 13,6 quilómetros.
Num exercício individual mais curto do que o normal – que se apresenta mais técnico nos últimos dois quilómetros – é expectável que a corrida fique em aberto para o dia seguinte, ao contrário do que aconteceu nas edições anteriores, em que se revelou decisivo para a seleção do vencedor final, como aconteceu em 2013 com o alemão Tony Martin.

As decisões finais ficam guardadas para o quarto dia, quando os corredores percorrerem 164,5 quilómetros, entre Almodôvar e o Alto do Malhão, num dia decisivo para os trepadores.

Depois de um percurso ondulado, os últimos 45 quilómetros apresentam uma primeira passagem pela meta final ao quilómetro 121. A 11,5 quilómetros do final, surge uma novidade, que será uma autêntica “armadilha”: os corredores vão enfrentar uma subida de terceira categoria, que tem apenas um quilómetro de extensão, mas cuja inclinação média é de 13 por cento, o que pode originar ataques entre os candidatos.
A 40.ª edição da Volta ao Algarve, que sai para a estrada na quarta-feira para cumprir 690 quilómetros até domingo, regressou este ano ao tradicional formato de cinco etapas, apresentando um percurso mais equilibrado.

Entre 19 e 23 de fevereiro, o pelotão vai percorrer um total de 690 quilómetros, distribuídos por quatro etapas em linha e por um contrarrelógio individual de 13,6 quilómetros, mais curto do que as etapas da especialidade nos anos anteriores e, por isso, mais propício a uma eventual vitória do campeão do Mundo, o português Rui Costa.

A etapa inaugural de quarta-feira vai ligar Faro a Albufeira, ao longo de 160 quilómetros, com a contagem de montanha de terceira categoria, instalada logo no quilómetro 34, a não ser obstáculo para que a decisão aconteça no final da jornada, sendo expectável que os "sprinters" meçam forças junto à Câmara Municipal de Albufeira, na segunda passagem pela meta.

A segunda tirada é a mais longa da competição, com 196 quilómetros, desde Lagoa até Monchique, apresentando algumas dificuldades na sua parte final. O traçado, com características de "clássica", contempla dois prémios de montanha de terceira categoria, o último dos quais a cerca de cinco quilómetros da meta, o que pode entregar o triunfo a homens com características de “puncheurs” (ciclistas que gostam de finais difíceis e explosivos).

Ao contrário do que vem sendo habitual, o contrarrelógio da “Algarvia” tem lugar no terceiro dia e vai ligar Vila do Bispo a Sagres, numa extensão de 13,6 quilómetros.
Num exercício individual mais curto do que o normal – que se apresenta mais técnico nos últimos dois quilómetros – é expectável que a corrida fique em aberto para o dia seguinte, ao contrário do que aconteceu nas edições anteriores, em que se revelou decisivo para a seleção do vencedor final, como aconteceu em 2013 com o alemão Tony Martin.

As decisões finais ficam guardadas para o quarto dia, quando os corredores percorrerem 164,5 quilómetros, entre Almodôvar e o Alto do Malhão, num dia decisivo para os trepadores.

Depois de um percurso ondulado, os últimos 45 quilómetros apresentam uma primeira passagem pela meta final ao quilómetro 121. A 11,5 quilómetros do final, surge uma novidade, que será uma autêntica “armadilha”: os corredores vão enfrentar uma subida de terceira categoria, que tem apenas um quilómetro de extensão, mas cuja inclinação média é de 13 por cento, o que pode originar ataques entre os candidatos.

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